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'Arte', um espectáculo baseado na obra homónima de Yasmina Reza (1994) e interpretado por António Feio (que traduziu e encenou), José Pedro Gomes e Miguel Guilherme.
'Arte' é uma comédia contemporânea em torno da amizade e das particularidades discursivas que caracterizam a criação artística. Três amigos (Sérgio, Mário e Ivo) discutem o investimento de um deles na aquisição de um 'Quadro Branco' assinado por um reputado artista plástico - o investimento significativamente elevado influencia o relacionamento dos três amigos, funcionando como detonador de uma série de conflitos e tensões que modificam profundamente a relação, como se a aquisição revele um mal-estar e um ciúme que afastam o comprador daqueles que partilham a sua vida. Em registo de divertida cavaqueira, a peça parte, assim, da consideração dos critérios valorativos da arte para outras questões de fundo das sociedades contemporâneas, nomeadamente a diferenciação cultural e social e a amizade.
'Por mais que tentássemos, durante as várias fases de trabalho, acabávamos sempre por falar de relações de Amizade. É disso que a peça trata. Fazer um espectáculo que fala da amizade entre três homens e ter a oportunidade de o construir com três amigos, deu-nos a possibilidade de viver uma situação única. A possibilidade de analisar sentimentos que nós próprios sentíamos uns pelos outros e de os poder manifestar sem restrições de qualquer espécie', escreve António Feio.
'Arte' é uma comédia contemporânea em torno da amizade e das particularidades discursivas que caracterizam a criação artística. Três amigos (Sérgio, Mário e Ivo) discutem o investimento de um deles na aquisição de um 'Quadro Branco' assinado por um reputado artista plástico - o investimento significativamente elevado influencia o relacionamento dos três amigos, funcionando como detonador de uma série de conflitos e tensões que modificam profundamente a relação, como se a aquisição revele um mal-estar e um ciúme que afastam o comprador daqueles que partilham a sua vida. Em registo de divertida cavaqueira, a peça parte, assim, da consideração dos critérios valorativos da arte para outras questões de fundo das sociedades contemporâneas, nomeadamente a diferenciação cultural e social e a amizade.
'Por mais que tentássemos, durante as várias fases de trabalho, acabávamos sempre por falar de relações de Amizade. É disso que a peça trata. Fazer um espectáculo que fala da amizade entre três homens e ter a oportunidade de o construir com três amigos, deu-nos a possibilidade de viver uma situação única. A possibilidade de analisar sentimentos que nós próprios sentíamos uns pelos outros e de os poder manifestar sem restrições de qualquer espécie', escreve António Feio.
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